Brasil Gás do povo
Programa Gás do Povo amplia acesso à botijão gratuito; saiba quem tem direito
Lula lança o programa Gás do Povo em Belo Horizonte. Botijão gratuito vai atender 15,5 milhões de famílias, substituindo o Auxílio Gás
04/09/2025 20h40 Atualizada há 10 meses
Por: Redação

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva lançou nesta quinta-feira (4), em Belo Horizonte (MG), o programa Gás do Povo, que vai garantir botijão gratuito para 15,5 milhões de famílias brasileiras, alcançando cerca de 50 milhões de pessoas.

A iniciativa substitui o atual Auxílio Gás, triplicando o número de beneficiados e consolidando-se como uma das maiores ações de acesso ao cozimento limpo no mundo. Diferente do modelo anterior em dinheiro, as famílias poderão retirar o botijão diretamente nas revendedoras credenciadas pelo Governo Federal.

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Gás de cozinha como item essencial

De acordo com o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, o gás de cozinha passa a ser tratado como item essencial para garantir segurança alimentar, dignidade e bem-estar.

“O Gás do Povo combate a pobreza energética, garante alívio no orçamento das famílias que mais precisam e protege a saúde, principalmente de mulheres e crianças que utilizam lenha ou álcool”, destacou.

Quem tem direito ao Gás do Povo

O benefício será destinado às famílias inscritas no Cadastro Único (CadÚnico) com renda mensal de até meio salário mínimo por pessoa (R$ 759). A prioridade será para quem já recebe o Bolsa Família.

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Cada família terá direito a uma quantidade de botijões por ano, de acordo com o número de integrantes:

Ao todo, o programa vai distribuir 65 milhões de botijões por ano.

Regiões com mais beneficiados

A Região Nordeste terá o maior número de contemplados, com 7,1 milhões de famílias. Em seguida estão:

Como vai funcionar o programa

A retirada do botijão será feita de quatro formas:

As revendas participantes terão identidade visual padronizada, com sinalização nos pontos de venda, botijões e veículos.

Valor e regionalização

O valor do benefício será definido pelo Ministério de Minas e Energia (MME) e pela Fazenda, com base em dados da ANP. O preço será regionalizado para reduzir desigualdades entre estados, mas não incluirá o custo do frete de entrega.

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