Rio de Janeiro Saúde no Rio
HIV e tuberculose: dados revelam regiões mais afetadas no Rio
Queda nos casos de HIV e tuberculose no Rio, mas regiões como Bangu e Madureira seguem em alerta
06/09/2025 13h58
Por: Redação

Apesar de avanços importantes, a saúde pública do Rio de Janeiro segue enfrentando desafios sérios no combate a doenças transmissíveis, segundo levantamento da plataforma EpiRio, da prefeitura.

Os dados mostram que, embora o número de notificações de HIV e tuberculose tenha diminuído nos últimos anos, algumas regiões da cidade ainda concentram altos índices, exigindo políticas específicas de atenção.

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No caso do HIV, a queda é clara: em 2012 foram registrados 2.436 novos casos, contra 1.554 em 2025. No entanto, a redução não se distribui de forma uniforme. Madureira e a área Central despontam como regiões que concentram parte significativa das notificações.

A situação da tuberculose também chama atenção. Embora os números tenham diminuído de 7.347 casos em 2012 para 5.902 em 2025, a doença segue sendo um dos maiores desafios da saúde pública carioca.

O bairro de Bangu aparece como epicentro da doença, com 1.187 notificações. Segundo especialistas, essa concentração está diretamente ligada à realidade do sistema prisional local.

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Os presídios explicam a alta concentração em Bangu”, destacou o secretário municipal de Saúde, Daniel Soranz. Ele reforçou que qualquer cidadão pode acompanhar a evolução da situação em tempo real pelos Painéis Epidemiológicos disponíveis no site do EpiRio.

A ferramenta é vista como um avanço importante, permitindo maior transparência e acesso às informações sobre doenças transmissíveis na cidade.

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Mesmo assim, os dados reforçam que a batalha contra o HIV e a tuberculose ainda não foi vencida. Nas regiões mais vulneráveis, as estatísticas permanecem altas e indicam que a prevenção e o tratamento continuam sendo prioridades urgentes.

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