Polícia Foragida
Mandante da morte em Sepetiba não pretende se entregar, afirma delegado
Delegado responsável pelas investigações afirmou que a mulher apontada como mandante do assassinato em Sepetiba segue foragida
12/11/2025 15h57 Atualizada há 8 meses
Por: Redação

A Polícia Civil informou que Gabrielle Cristine Pinheiro Rosário, suspeita de mandar matar Laís de Oliveira Gomes Pereira, não pretende se entregar.

A informação foi confirmada nesta quarta-feira (12) pelo delegado Robinson Gomes, da Delegacia de Homicídios da Capital (DHC).

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Segundo o delegado, os advogados da suspeita enviaram mensagens à polícia na noite de terça-feira (11), afirmando que ela não tem a intenção de se apresentar.

Mandado de prisão e buscas

Gabrielle é alvo de um mandado de prisão temporária de 30 dias, ainda em aberto.
De acordo com o delegado, a recusa em se entregar pode agravar a situação da suspeita.

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“Com a fuga, há mais base para pedirmos a prisão preventiva dela”, destacou Gomes.

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A DHC já realizou buscas em diversos endereços ligados à investigada.
O Disque Denúncia divulgou um cartaz pedindo informações que levem à prisão de Gabrielle.

Mandado de prisão e buscas

Gabrielle é alvo de um mandado de prisão temporária de 30 dias, ainda em aberto.
De acordo com o delegado, a recusa em se entregar pode agravar a situação da suspeita.

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“Com a fuga, há mais base para pedirmos a prisão preventiva dela”, destacou Gomes.

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A DHC já realizou buscas em diversos endereços ligados à investigada.

O Disque Denúncia divulgou um cartaz pedindo informações que levem à prisão de Gabrielle.

Execução e confissão dos envolvidos

Laís, de 25 anos, foi executada com um tiro na nuca no dia 4 de novembro, enquanto empurrava o carrinho do filho em Sepetiba, na Zona Oeste.

Os dois homens apontados como executores — Erick Santos Maria e Davi de Souza Malto — foram presos e confessaram o crime, segundo a polícia.

Detalhes das investigações

De acordo com o delegado, Erick pilotava a motocicleta usada no assassinato, enquanto Davi efetuou o disparo.
A arma ainda não foi localizada pelas equipes de investigação.

“Eles não têm antecedentes criminais. O que está por apurar é se o Davi tem envolvimento com um grupo de extermínio em Belford Roxo”, explicou Gomes.

As diligências continuam para localizar a mandante e esclarecer todos os detalhes sobre a motivação do crime.

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