Rio de Janeiro Luto
Morte de Caio Álex deixa o jornalismo do Rio de luto
Jornalista morreu aos 52 anos, em Cabo Frio, após sofrer um AVC; a informação foi confirmada pela Inter TV RJ
30/12/2025 15h33 Atualizada há 6 meses
Por: Digleison Silva
Foto: Reprodução

O jornalismo fluminense perdeu, nesta terça-feira (30), um de seus nomes mais conhecidos. Caio Álex morreu aos 52 anos, em Cabo Frio, na Região dos Lagos do Rio de Janeiro. A informação foi confirmada pela Inter TV RJ, emissora onde o profissional atuava como repórter.

De acordo com informações divulgadas pela emissora, Caio Álex estava internado após sofrer um Acidente Vascular Cerebral (AVC). Ele chegou a receber atendimento médico, mas não resistiu às complicações do quadro clínico.

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Trajetória marcada pelo jornalismo popular e credibilidade

Com uma carreira consolidada, Caio Álex construiu sua trajetória principalmente no jornalismo televisivo, sendo reconhecido pelo estilo direto, linguagem acessível e forte conexão com o público. Ao longo dos anos, passou por importantes veículos da comunicação brasileira, como Band, SBT, RedeTV!, CNT e Rádio Tupi, além da própria Inter TV, afiliada da TV Globo no interior do estado.

Na Inter TV RJ, Caio se destacou pela cobertura de temas ligados ao cotidiano, segurança pública e assuntos de interesse direto da população, tornando-se um rosto bastante conhecido dos telespectadores da Região dos Lagos e do Norte Fluminense.

Repercussão e homenagens

A morte do jornalista causou grande comoção entre colegas de profissão, amigos e telespectadores. Profissionais da comunicação usaram as redes sociais para prestar homenagens, relembrar momentos de convivência e destacar o comprometimento de Caio Álex com a informação e o serviço ao público.

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A Inter TV também lamentou a perda e destacou a contribuição do jornalista para o fortalecimento do jornalismo regional.

Legado

Caio Álex deixa um legado de dedicação à notícia, proximidade com a população e compromisso com a verdade. Sua ausência representa uma perda significativa para o jornalismo do Rio de Janeiro, especialmente no interior do estado, onde construiu grande parte de sua história profissional.

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